ei, você ri como criança?? não..!!! e também não consegue dar aquelas gargalhadas sinceras e infantis?? não mais enxerga os dias vindouros com expectativas e ânimos pueris?? a risada não lhe é mais eficaz?? não é mais capaz de tomar o melhor remédio?? nem mais consegue usar o riso como consolo?? ora, você viverá muitos anos: e morrerá pelo resto de seus dias. porém, faça isso longe de mim. PS.: O dia hoje está ótimo prá se viver um drama: chuva crônica, frieza capaz de embotar os ânimos, céu cinza rabugento. Ora, coisas ruins são injustas quando estragam um belo dia de sol. O cenário ajudou na composição das perguntas e no diagnóstico da sua loucura.
Escrito por alexanderivan às 12h22
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Que cada um profira sentença sobre si mesmo, e conseguindo isso, então entenderá que não pode julgar outros. A sentença sobre si mesmo é prova de amor e amar, é a única missão de todo ser humano.
Escrito por alexanderivan às 11h06
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O celular é coisa nova. O primeiro que tive foi um “tijorola”, nos idos de 1998, último ano de faculdade de Direito. Eram analógicos e não tinham nada de colorido. O primeiro não tinha identificador de chamadas. Se não estou errado nem mandava mensagens de texto. Custava uma fortuna o aparelho e principalmente as ligações. Praticamente era inviável o uso recreativo. Ligar fora da área do DDD de origem era garantia de depressão e revolta. Passaram-se os anos e os aparelhos foram diminuindo de preço, as ligações diminuíram também, mas muito, muito pouco. Só existia uma exploradora, ou seja, somente uma operadora por aqui, nos rincões do extremo sul Mineiro. Depois, novidade: apareceu uma tal de Oi que ofertava número e celulares com uso ilimitado de tempo nos fins de semana, promoção que valia por 31 anos: o número de identificação da operadora. E o tempo passou, passou. A internet “entrou” prá dentro do celular, assim, como jogos, sms, MMS, MP3 , MP4, MP etc, envio de dados via bluteuoff....... telas coloridas, tecnologia digital, 3G, câmeras fotográficas, filmadoras, programas do Microsoft e outros, compatibilidade para dois, três ou quatro chips de quaisquer operadoras, que podem ser usados todos simultaneamente ou parcialmente e etc. Pronto, os números dos telefones móveis - celulares ultrapassaaram há cerca de dois anos o número de linhas telefônicas, aqueles aparelhos que ficam plantados e engessados em paredes, por sobre mesas e tal. Alguns desses têm restrita liberdade de transitarem ao redor de uma base alimentante, não podem ir muito longe, sob perda de perder seu sinal, ou seja, sua vida e utilidade. Até aqueles velhos de espírito, odiosos com as tecnologias dinâmicas, loucas e infinitas do “nosso” tempo tiveram que, mesmo que com muita teimosia e resistência, aderir ao aparelho de celular móvel. Recordo de relutantes amigos que fizeram imenso esforço prá resistir. Dois já se entregaram ao telefone móvel há cerca de três anos, quase. Um outro, foi o “último dos moicanos”, adquiriu um agora, há cerca de dois meses. Um absurdo inefável. Em estudos, aprendi que o ser humano tem cerca de 70% de todo seu conhecimento e ciência adquiridos nos últimos setenta anos, ou seja, a partir da 2ª grande guerra. Repetindo, a humanidade levou milênios para adquirir 30% do que se sabe hoje e setenta anos para saber 70% do que se tem hoje por sabedoria. Não é preciso, portanto, nem mesmo de ‘ciência’ para se notar que tanto conhecimento adquirido em tão pouco tempo prova que, se se quer estar inserido no atual mundo ocidental, devemos estar em sintonia constante com a ciência e a tecnologia. PS.: "escolha a sabedoria, e tudo o mais lhe virá por acréscimo" (Prof. Marciel Cataneo)
Escrito por alexanderivan às 12h09
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Quando alguém acorda com "a pá virada" e tenta jogar a raiva e o lixo que tirou dos outros, prá cima de mim, e fala de maneira desnecessariamente grosseira comigo é porque quer que eu responda da mesma forma ou até pior. O impulso realmente me impele a isso, mas nessas horas eu tento me lembrar de Jesus, da paz e rogo a Deus prá que eu utilize o nome Dele e seus ensinamentos para a minha resposta e reação. Digo o nome do Nosso Deus e solicito bênçãos ao meu agressor, olhando-o nos olhos. Muitas vezes eu consigo isso.
PS.: "O mal não tem vida própria, é apenas a ausência do bem. Onde o bem se faz presente o mal bate em retirada. Já o amor é de essência divina, e está presente nos corações de todos os homens, mesmo que em estado latente, esperando a oportunidade de germinar, crescer e florescer." trecho retirado de www.reflexao.com.br
Escrito por alexanderivan às 12h49
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Para Chr
eu quero um álcool por um dia, prá despertar sem melancolia, acabar na euforia, desperdiçar a ousadia, partilhar uma lobotomia, de todos os cérebros que pensam serem pensantes... viajante... delirante... empolgante.. brilhante... ocultante... degradante... obscurecendo a vista, deixando na pista o mais otimista, cultuando o realista num agonizar simplista. perene, imutável até dormir de novo, no outro dia quebrar um ovo, tomar café e andar a pé, pro trabalho, sem baralho, sem lembrar do que aconteceu. porque se não lembro, realmente não aconteceu... só entorpeceu... e passou. PS.: ponha os pés no chão, cara. nós não temos asas, kkk
Escrito por alexanderivan às 23h36
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mais vezes mais dias mais tempos mais beijos mais queijos mais pizzas mais que três minutinhos (?????) mais fotos mais trufas mais bolos mais rolos mais tolos mais vida mais tinta mais suor mais vezes muito mais até não aguentar mais até ver demais esgotar o Houaiss atirar os castiçais rasgar os jornais prá nunca mais ter que dizer mais
Escrito por alexanderivan às 20h42
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“No fritar dos ovos”, todos comeram e se fartaram. Gostaram do sabor e experimentaram o terror: havia um ou mais ovos podres dentre eles. Haverá outra fritada, novas fritadas virão. Pq a vida é efervescência, essência e excrescência.
Escrito por alexanderivan às 18h49
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Zil
gosto de dormir quando acordo, e de acordar quando durmo; despertar quando canso... me arrebentar de descanso. flutuar quando caio, voar quando penso, escrever quando dói, alegrar com o que corrói. ________________________. no título, ao contrário, para um ver visionário reparar no inverso; não desperso... lido de trás prá frente como se estivesse rente.
Escrito por alexanderivan às 22h44
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Oliver
Obrigado , Oliver. Saúde e paz prá vc.
Escrito por alexanderivan às 02h16
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Na verdade, é bom e delicioso enfrentar as coisas de maneira intensa, profunda, absurda, talvez, insana. Na verdade, é bom e delicioso fugir também das coisas, refugiando-se em alguma outra, a qual se faz, como dito, de forma que outros consideram absurda. Na verdade, é bom e delicioso concentrar-se ao máximo em algo, aliás, em “um” algo. Na verdade, é bom e delicioso fazer isso ou aquilo de forma única, aliás, como se fosse, e na “realiadade” é, a única coisa que existe naquele momento. Na verdade, é bom e delicioso que se tudo o mais ao redor desaparecer ou se fuder... saber e sentir que isso não fará diferença ou importância. Na verdade, é bom e delicioso que, o que importa, é o que absurdamente se faz agora. Na vedade, é bom e delicioso enfrentar as coisas de forma aberrrantemente frontal, de peito aberto, mergulhando de cabeça, mesmo que as águas pareçam desconhecidas, sem se importar se há fundo ou se há mundo. Na verdade é bom e delicioso que seja feita uma coisa de cada vez e, de cada vez, “muita” coisa.
Escrito por alexanderivan às 22h12
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"Balada do louco"
Dizem que sou louco por eu ser assim. Se eu sou muito louco, é por eu ser feliz. Mas mais louco é quem me diz. E quem me diz louco, muito é porque não é feliz. E inveja o que eu faço porque também gostaria de fazê-lo, mas não pode, não consegue ou se envergonha. Mais louco é quem me diz louco, e não presta atenção no próprio nariz.
"Eu juro que é melhor não ser o normal. Se eles têm três carros, eu posso voar, se eles rezam muito, eu já estou no céu."
Obs.: adaptado e com trechos da música BALADO DO LOUCO, dos "Mutantes". PS.: "prefiro andar com os loucos do que com os falsos."
Escrito por alexanderivan às 13h12
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""Só quem viveu profunda dor na alma é capaz de desejar ardentemente sorrir apenas por apreciar os detalhes colossais de uma árvore." É um desejo tão profundo e intenso de viver um sentimento que supere a dor antes vivida, que nos dá a impressão de que apenas o desejo torna real a sensação pretendida. Isso porque dores vividas podem ser superadas, contudo deixam para sempre maculado o coração. Sua visão fica confusa, bagunçada. Assim, busca-se desesperadamente que o contemplamento de uma árvore, uma montanha, uma paisagem qualquer, possa nos tornar capazes de sentir de novo a alegria que aquela dor pr ofunda nos levou. Ah, e não importa o tempo que passe, nada dura mais do que a cicatriz de um machucado. Queremos, de alguma forma, nos absolver, nos libertar de um passado cruel, que insiste em nos atormentar, nos perseguir, ainda que não sejamos os culpados, sejamos as vítimas. E o tempo passa. Crescemos. Amadurecemos. Mudamos. Melhoramos. Mas ainda não conseguimos sorrir com a alegria da contemplação. O que nos faz sorrir é a necessidade de encontrar um refúgio, porque, por mais forte que nos tornemos, no fundo, no fundo, ainda somos uma criança que precisa de ajuda, mas que não consegue pedir, porque o coração parou de sangrar. Mas a memória, nem o tempo pode apagar......." Por ECRO, em observação a um escrito postado há dois anos (10/03/2010) atrás.
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Só quem teve profunda dor na alma é capaz de sorrir, e sorrir apenas por apreciar, de perto, os detalhes colossais de uma árvore, ou a magnitude fácil de uma montanha, vista de longe, mas sempre “olhadas” com ‘os olhos do coração’. 10/03/2010
Escrito por alexanderivan às 10h55
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Sobre monstros e "óminhos"
“óminhos” invisíveis cercam a casa, alvoroçam-se pelas cercanias, subtraem a monotonia. Instigam o medo, acionam as antenas, estalam os olhos, explodem os ouvidos. Facas, punhais, pedras, armas estão prontas, espalhadas pelo castelo. Vários campos de visão são usados, gretas e frestas. As vigílias são delirantes. Monstros e “óminhos” se formam nas variações de luzes e acionados por faróis, neblinas e barulhos ininteligíveis que a audição inventa. Eles se aproximam, “eles vão invadir”... a qualquer momento! Está prestes a acontecer... só que a hora nunca chega e a vigília não pode cessar. A guerra é fria mas fervilha o corpo. O que se tem a fazer é esperar, esperar e, embora eles nunca cheguem (droga, por quê nunca chegam?), a vigília é deliciosa.
Escrito por alexanderivan às 09h20
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não era apegado; empregado; agregado; mandado; escoltado; não queria o querer dos outros sobre si; queria a si mesmo, somente isso, sem sobrepujar; queria assim. Aos que se atreviam, não se recomendava tampouco desaconselhava-se. Queria um momento intenso, breve e sem fim, Com vários entornos e retornos; Encontros e desencontros, sem hora marcada ou cara amarrada. Num elevado, desconcertado, inusitado. Um meio termo sem início ou fim... prá começar ou acabar. Sem se saber porquê, onde e como começou; Sem se saber porquê, onde e como findará. Um meio termo eterno, enquanto durar; Prá sempre, até acabar.
Escrito por alexanderivan às 15h12
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"Em meu ofício ou arte taciturna Exercido na noite silenciosa Quando somente a lua se enfurece E os amantes jazem no leito Com todas as suas mágoas nos braços, Trabalho junto à luz que canta Não por glória ou pão Nem por pompa ou tráfico de encantos Nos palcos de marfim Mas pelo mínimo salário De seu mais secreto coração. Escrevo estas páginas de espuma Não para o homem orgulhoso Que se afasta da lua enfurecida Nem para os mortos de alta estirpe Com seus salmos e rouxinóis, Mas para os amantes, seus braços Que enlaçam as dores dos séculos, Que não me pagam nem me elogiam E ignoram meu ofício ou minha arte." DYLAN THOMAS. Obs.: consumiu e gastou talento e saúde, com profundidade e vigor. daí que seus versos são intensos...
Escrito por alexanderivan às 17h21
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